Mostrando postagens com marcador Etniah. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Etniah. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Um ano, 5 meses e 1 semana depois...

Talvez um dia você leia em um site qualquer: Aconteceu no sétimo ano...




No dia 10 de janeiro de 2010, nascia na cidade de Londres- UK o Roaming Rock. Que foi bem ativo nos primeiros quatro anos. No quinto ano de vida já era programa de rádio e tornou-se também organizador de eventos. Quase rolou um programa de tv, mais bateu na trave em 3 ocasiões. O reconhecimento nacional e intercontinental aconteceu quando este blog estava baseado em Londrina. Em agosto de 2015, por motivos de força maior, o Roaming Rock entrou em uma espécie de período de hibernação que durou todo o (estranho) ano de 2016.

E eis que numa conjuntura loca do universo este espaço retorna direto de Curitiba, relatando o que de mais doido e loco tá rolando na música mundial...Com sede de música, vídeos, shows e eventos... E Festivais!
 Esta volta vai explorar um lado mais maduro, irreverente, profissional e provocador. Neste 2017 este blog vai ter #sextape com o melhor som do brasil e da gringa, tudo junto e misturado. Entrevistas e posts curiosamente diferentes, entre outras surpresas que vão servir como mais uma argola na corrente da cultura underground brasileira.

 Para celebrar esse retorno, nossa primeira #sextape com as #canções mais ouvidas pelo +Roaming Rock no período de hibernação.

Essa tape, que você pode baixar, começa com uma das canções mais inspiradas do rock alternativo de 2016. Devil's Mark da banda paulistana #INKY com participação da banda +Bixiga 70, na sequência tem a No Wave experimental do Viva L'american Death Ray Music, os veteranos do Kula Shaker e a banda que promete ser a sensa gringa deste 2017, o CAR SEAT HEAD REST.
 Lógico que o camaleão não ia ficar de fora, Na faixa 5 fazendo cover do #Pixies. As faixas 6 e 7, ficaram com #Turbo Fruits e #Monotonix. A oitava canção desta #sextape, os amigos virtuais do Fuzzcake com uma ótima canção sobre maconha, vinho e chocolate. Depois dos franceses três bandas brasileiras fodásticas.
 De londrina, guarde bem esse nome, ETNYAH com seu rock brasileiro dos anos 1990, guitarras que vão do groove funkeado ao peso, com baixo a sublinha-las enquanto a batera e percussão criam um clima dançante. Samplers, teclados e uns metais aqui e ali mostram que o conjunto da obra é sólido. Tudo broder, tudo artista foda! Depois tem uma banda gaucha com vocalista londrinense (amigona do Roaming Rock) e aquela guitarrinha e aura de filmes B dos anos 1950 que vc ouve nos filmes descolados do underground. Com certeza uma das bandas mais curiosas do Brasil atualmente, a MARY O AND THE PINK FLAMINGOS. Depois de "Terror no Dona Neca, vem o petardo "Freemind" dos irmãos mineiros na forma da banda Muñoz, seguido pela garage rock psychadelic dos canadenses Demon's Clows.
A penúltima faixa, ficou nas mãos e voz de mais uma banda Londrinense. O ESCOPO, do amigo Thiago Ponti, com Explicação. A penúltima faixa dessa primeira sextape o duo Godasadog demonstra um estilo eletrônico minimalista aliado a uma das melhores letras do ano. Fechando essa primeira coletânea/playlist deste retorno do Roaming Rock o Dj e produtor Norte Americano Lucas MacFadden, mais conhecido como Cut Chemist. That's all Folks!

PS: Para baixar nossa Sextape Vol. 1, clique no link abaixo da imagem...



1- Devil's Mark - INKY feat Bexiga 70 
2- Oh Libertine - Viva L'american Death Ray Music 
3- Infinite Sun - Kula Shaker 
4- Vincent - CAR SEAT HEAD REST 
5- Coctus - David Bowie 
6- Get ou Get on down - Turbo Fruits 
7- set me free - Monotonix 
8-  Weed, wine, chocolate and wine again - Fuzzcake
9- O Céu  - (Etnyah) 
10-  terror no dona neca - (Mary O and the Pink Flamingos)
11- Freemind - Muños 
12- trip to the clinic - Demon's clows 
13- explicação -  Escopo 
14- festa - Godasadog 
15- the audience is listening theme song - Cut Chemists 

domingo, 24 de novembro de 2013

Domingo on the Rock's


O submundo do rock londrinense está sonhando. Até existe certo brilho no olhar desta “cena”. Ela tenta sentir-se viva. Mas não usa camisa rasgada ou amassada. Prefere se acomodar e ser parte da maioria. Infelizmente falta uma faísca para fazer essa cena andar sem lingerie por ai.



É como olhar para o futuro e saber que você precisa trocar de garota. E você sabe que aquela outra que está ali, se oferecendo para você, lhe serviria bem. O hush pub, que abriga hoje o festival beneficente DOMINGO INDEPENDENTE, é a esposa que a cena londrinense precisa. Ainda sinto me revoltado por ter a infeliz certeza de que a cena rock londrinense tem preconceito com o bar mais rock and roll da cidade.
Se o barbearia é o boteco mais rock and roll desta província, o Hush pub, com certeza absoluta, é o bar mais underground e rock and roll de Londrina e arredores. O dono do pico tem uma história de vida rock and roll pra caralho, digna de virar Best seller.  O atendimento é bem de buenas. Diria até que o atendimento é vip d+ para um bar rock and roll, porém todos precisamos de um pouco de civilidade nesta cena primitiva.


A “cena” rocker londrinense encontra-se no limbo dos estereótipos. Joga no lixo seu tempo de vida, sonhando. Sem perceber que deve haver algo mais na vida. Que de tempos em tempos você acaba caindo em outra bebedeira. E não precisa deixar de estar apropriadamente trajado para a noite. Tem lugar para homens e mulheres de uniformes. Para quem gosta de usar roupa apertada. Para quem quer um amante jogado no sofá. Para aqueles que querem trepar na rua e para os que curtem ver ou fazer um vídeo quando a diversão acaba.
Os vizinhos podem estar olhando, mas eles não estão ligando. A morte das festas como a que acontece hoje no Hush chegam sem nenhuma surpresa. Pergunto-me por que me preocupo, por que não fico longe?
Outro domingo e penso: Bem, que se foda. Vou nessa festa, e gentilmente me enforcarei em outra bebedeira. Conversarei com adolescentes e pós-adolescentes mortos, porém de pé por conta própria. Falar para que eles se incomodem. Para que queiram dormir sozinhos.



Será sempre assim, no ultimo domingo do mês, quatro bandas que criam e fazem música, sobem no palco do numero 472, da Av. JK em Londrina-PR, Brasil. Com dois kilos de alimento, menos de cincão, as pessoas que forem ao referido endereço ajudam a cena rocker local e pessoas que não são amparadas pelo sistema. Vale lembrar que este mesmo público envolvido, incluindo bandas e agitadores culturais, adora criticar o, famoso, “sistema”.
E como ligar estas questões sabendo que bandas e público não conseguem convidar toda sua lista de amigos virtuais para esse evento tão louvável. Que membros das bandas não estão neste exato momento falando e divulgando este festival beneficente para todos online em seus chats das diversas redes sociais das quais todos fazem parte. Tudo bem alguns não hehehhe!
No momento chego à conclusão de que este evento se conseguir aguentar... Começa a render daqui uns seis meses. Quando o público já estiver acostumado com ele (evento). Londrina tem sede de música autoral, mas uma bizarra e estranha atitude ainda vagueia no subconciente da geral. Um dia o anão se levantará de seu berço pré-moldado.


Faltou video do Etniah, mas ja to no corre!

:)