Pra qem nunca ouviu a versão original, e nem sabe qe ela eh do canadense doidera Terry Jacks.
Esse som eh bem loco, um daqeles qe explode depois de uma cara, saca? Neste casa, ela foi lançada primeiro em 65 mas es?tourou mesmo em 74.
Seasons in the sun fala de um cara qe vai morrer, mas não da pra ter certeza qe o cara vai se matar, ou vai morrer pq deve pro traficante ou tem alguma doença terminal?
A canção uma das preferidas do genial Kurt Cobain, segundo info do bróder Lucio Ribeiro (http://alturl.com/76ixf) foi tocada pela última vez, pelo Nirvana, no histórico show de 93 no finado Hollywood Rock Festival. Neste ano o Festival teve o melhor line up do festival, com Red Hot, Alice in Chains e L7 entre as atrações.
Infelizmente, naqele ano, eu estava entrando no mundo das pessoas qe vivem em estados paralelos de percepção. Perdi o show! Lembro de ter visto trechos na MTV dentro de uma fabrica de gelo. Uma das histórias mais loucas da miha vida.
Lembro dos rumores de qe Kurt havia adorado o país, e qe voltaria em 94 para uma tour maior ( na época 4 ou 5 showes hehehehe) e em locais fechados. Nunca esqecerei aqela noite ou as viajens dela, o qe senti na hora qe descobri qe perderia o show e como amnizei o fato para mim mesmo. Assim como nunca vou esqecer aqela tarde de abril de 1994, qdo voltei do colégio e ao senta-me no sofa com o prato do almoço no colo. Controle na mão apontado para a TV... A voz da minha mama: "Fê sabe aqele musico loiro, bem bonito qe vc gosta e tem camisa?. - Sei o Kurt! ( respondi com grande sorriso na cara)Parece qe ele se matô. Liga a tv pra vc ver..."
Em menos de de 3 minutos, a MTV soltou um video legendado em qe Kurt Louder anunciava o suicidio de Kurt Cobain. Fiqei chocado. Pela primeira vez na vida senti vontade de chorar por alguém qe eu não conhecia, por alguém qe simplesmente me tocou com suas canções. Segurei para não chorar. Foi uma tarde triste e reflexiva. Procurando amigos para tentar entender aqilo e fazer alguma coisa. O sonho da nossa geração acabava de morrer e a década mal havia começado. Esva td perdido. Mas naqele dia nos fizemos algo. Naqele dia nós celebramos uma prosperidade qe só viriamos a ter realmente quase 15 anos depois. Mas pelo menos, em um fatidico dia de abril de 1994, um grupo de adolescentes de São Paulo tiveram uma das meis incriveis e memoráveis experiencia de suas jovens vidas.
Mais de 2 décadas após
seu lançamento descubro qe ainda existem mitos, sobre 1 álbum qe
marcou minha geração. Meu cachorro brinca feliz e só correndo e
agitando o interior do peqeno apto. Penso em como seria bom conseguir
atingir tal estado de excitação e felicidade com uma peqena rolha.
De volta a tela do
computador tento raciocinar sobre o qe está acontecendo e num destes
momentos diferenciados da existência percebo a sabotagem qe faço
comigo mesmo. A mais de uma semana envolvido com esta historia sobre
mitos e outras camadas de irrealidade qe envolvem minha perturbada
existência. Qual o grande mito da minha curta trajetória?
Os finais de semana
prolongados e chuvosos sempre foram inusitados em minha vida. Neste a
palavra MITO me persegue. Ao mesmo tempo as duvidas sobre a
verdadeira realidade externa incomodam o centro da minha
irracionalização sobre a vida. Sobre a minha atual condição.
Percebo me, perdido em
meus pensamentos infantis sobre a estrutura deste post. Como devo
exibir este texto e causar naqeles qe possam ler estas palavras?
A verdade é qe me
cansei de simplesmente ser inerte na transmissão das informações
qe desejo passar através deste espaço. Estou encanado com meus
próprios mitos. Será um novo reflexo da minha ressaca? Estarei eu
entrando numa espécie de crise pessoal? Não sei o qe me incomoda.
Porque sinto me incomodado com algo qe não sei.?
Sinto vontade de
assistir ao documentário qe passa na TV Senado e fala sobre o plano
de expansão estadunidense e sua influência na cultura brasileira da
primeira metade do século 20. Um doc qe explica melhor a vinda de
Orson Wells, Disney e outros ao país. E faz o link com a ida de
Carmem Miranda, Villa Lobos e os artistas brasileiros qe visitaram
com exito os vizinhos escrotos do Canadá.
Mas está história
sobre mitos ainda me incomoda. 13h40 e o cachorro funga em frente a
porta do peqeno apartamento. Sinal de qe deseja fazer suas
necessidades fisiológicas. Hora de me trocar. Será qe está frio lá
embaixo? E este post o qe será dele?
Hoje tem show do rock
rocket e ainda qero escrever sobre isto. Preciso comprar ração para
o cachorro. Preciso engolir a minha própria ração. E tentar algo
nd criativo naqela entrevista qe rolou na última vez em qe a banda
esteve na cidade mais de 2 meses atrás. O cachorro começa a me
morder para avisar qe ele realmente precisa sair. Deve estar apertado
o pobre o coitado. Porque será qe ele não se rebela e caga no meio
do apto. Eu não teria coragem de brigar com ele caso o fizesse.
O primeiro mito diz
respeito ao próprio titulo do álbum. Teria sido ele a primeira
escolha para nome do disco. Não! Kurt Cobain era muito esperto e
nerd. Um mito qe mantinha uma lista com nomes de álbuns qe nunca
havia feito. O nome do disco, a principio, seria Sheep e
aparentemente cogitaram Abort Christ, um nome plausível dado o
momento histórico em qe nos encontrávamos... A explicação de
Krist Novosolic para a escolha de Sheep, seria o fato deles 3 serem
muito cínicos. Porém o nome foi abandonado no final de 90.
O Segundo diz respeito
a data de gravação de Nevermind. O mito diz qe o disco foi gravado
em 91. A vdd é qe Nevermind foi gravado 2 vezes. As gravações
iniciadas em abril de 91 com o produtor Butch Vig, nada mais foram do
qe uma sessão similar a gravação feita em abril de 90, no Smart
Studio de Madison, Wl. A grande diferença entre as duas gravações
é a presença de Dave Grohl em Van Nuys. Em 04/90 foram gravadas 8
músicas e 5 delas encerram Nevermind. Hoje descobre-se facilmente qe
a maior parte do album foi gravado em 91. O qe os menos curiosos
sabem é qe em muitas músicas do disco, Dave Grohl tocou com pratos
Yamaha emprestados por Butch Vig. Os mesmos pratos qe foram usados na
gravação do álbum Gish do Smashing Pumpkins.
O Mito nº3 diz qe Dave
Grohl foi o único baterista do disco. Não entendo este terceiro
“mito”... Chad Channing, baterista do Nirvana no disco Bleach,
toca a batera de Polly, gravado nas sessões de Madison. Tudo sabem
disso, não?
O mito 4º mito eu não
conhecia e diz qe "Smells Like Teen Spirit" eh sobre um
desodorante. Na vdd Kurt Cobain escreveu a música para uma linha de
grafitti na parede de seu quarto e não para um desodorante. O nome
da música saiu de uma piada feita pela vocalista do Bikini Kill, qe
era amiga do Kurt. Ela falava qe na parede do quarto do Kurt tinha um
risco. Kathleen Hanna então dizia: "Kurt smells like Teen
Spirit". Info facilmente encontrada em qualquer doc meia boca
sobre grunge
Bem pessoal eu tenho varias coisas para postar aki, porém... Vcs sabem como eh minha vida neh?
ja to de saída e vou tentar postar algo + após as 20h.
Uma info rápida. O grande mago do som e guitar hero Pedro Potumati tah fazendo excursão para o SWU, procura o carano fb. Restam poquissimos lugares na van pessoal.
Eeste post vem num esqema + ow-, ctrl + c/ ctrl+v da Spin EUA.
O aniversário de 20 anos de Nevermind do Nirvana chegou com muito alarde no mês passado. Mas raridades das lendas Seattle grunge continuam a bater na Web e o pessoal do Boston Phoenix tem em suas mãos uma gravação de de show da banda no ManRay clube, atualmente fechado, em Cambridge, Massachusetts, em 18 de abril de 1990 - antes de Dave Grohl ingressar como o baterista.
A multidão de 60 a 75 pessoas, de acordo com o Phoenix. Viu naqele show as primeiras versões de gds canções do futuro Nevermind, como "In Bloom" e "Breed", juntamente com canções originais de Bleach álbum de estréia e covers de ambos os Shocking Blue "Love Buzz" e dos Vaselines "Molly Lips." De acordo com o Guia Nirvana Live, Kurt Cobain derramou um jarro de água no então baterista Chad Channing, eo baixista Krist Novoselic cantou um pouco de Madonna, "Like a Virgin". Esta gravação corta depois de "Stain", mas confira o set list completo abaixo, enquanto a qualidade do som é tarifa bootleg bastante típico, Cobain rasgando uivos com sua garganta eh inconfundível.
Hehe, depois de uma peqena discussão via facebook...
Ae pessoal o Roaming Rock jamais passaria em branco por qualqer tipo de comemoração envolvendo o nirvana. Ja qe está prestes a completar vinte anos do histórico show destes grunges de Seatle no famoso Reading Festival... este post vem com poucas letras e mto som. Abaixo vc confere os videos da apresentação ao vivo do Nirvana no Festival de Reading e logo abaixo vc poderá conferir a apresentação do Nirvana em solo brazuca.
Tava com saudades?
Eu Voltei!!!
Com a entrevista e algo +.
Hj vai ser isso!
Eu vou falar novamente do Record Store Day, qe rola no próximo sábado.16 abril.
Grande celebração anual, agora em seu quarto ano, que reune artistas de grande e pequeno porte soltando especiais, principalmente releases somente em vinil. Alguns tornam o material disponível exclusivamente para um local. São estabelecimentos independentes em todo o mundo com literalmente centenas de títulos especiais para serem lançados. Não eh qualquer coisa. Tem Nirvana, Foo Fighters, White Stripes... Este ano, rola uma ênfase especial em covers.
No site oficial do Record Store Day, você pode ver a lista completa de versões e encontrar o seu revendedor local. Esse evento não está ocorrendo no Brasil. Ainda!
Dentre as centenas de lançamentos do caralho qe rolam no evento. Vide o Beastie Boys. Vai rolar o albúm "Covers" do Franz Ferdinand. Leia bem! Não eh essa merda cover qe tah rolando aki em Londrina. Não será um disco de covers do Franz. É um disco com Peaches, ESG, Debbie Harry (Blondie), entre outros fazendo cover do Franz Ferdinand. O recem finado LCD Soundsystem contribuiu com uma versão de "Live Alone", que chegou à web via Pitchfork.
James Murphy e sua banda transformam o funk-punk enérgico em uma viajem disco-banger de sete minutos. Bowie nos anos 80. sintetizador Spacey. Guitarra elétrica Weirdo. A contribuição do LCD retrubui a clássica versão de "All My Friends", do LCD, qe o Franz Ferdinand gravou em 2008.
Pra começar vc pode ouvir a música logo abaixo...
Depois eu solto ela para vcs baixarem. Antes eu preciso falar qe o final de semana tah prometendo aki em Londrina. Dia 15, sexta feira, na Garagem Hermética vai rolar a festa homenagém "10 Anos Sem Joey Ramone". Por R$ 12 vc vai ver os DJs CIBIÉ (GARAGELAND) & DANIEL THOMAS (ROCK DE RUA) + as BANDAS: TOKYO SAVANNAH (SP), ELEKTRO SHOCK COMBO + CONVIDADOS (JAM SESSION). Vai começar as 23h. Tem apoio da Culttura Inglesa.
Lembrei qe eu tinha qe falar do Beastie Boys. Da "primeira faixa do "Talvez" álbum "Hot Sauce Committee Part Two". A musica foi um retorno a sonoridade clássica dos anos 80. Mas em seu segundo som, intitulado "Tadlock's Glasses", o trio de rap de New York mostrou-se mais uma vez totalmente avant-garde. Eh a faixa mais estranha a vazar nos últimos tempos. A música estreou na BBC. Mas vc consegue ouvila aki.
Ela tem uma vibe impressionante solta, semelhante à improvisação dos álbuns recentes. O som criado por Mike D, Ad-Rock e MCA. Conjuntos densos de sintetizadores fortemente modulados. Os meninos falando versos indecifráveis. Com todos os tipos de efeitos selvagens. Se eu me lembrar depois falo sobre a "Beastipedia" qe virá na versão comercial do albúm.
Vixi Lembrei de falar tb qe sabadão vai ter AFRO-BRASILIS. No sábado, dia 16, a Garagem Hermética será palco do “Anima Afro Brasilis”, um evento que vai reunir música, dança e exposições fotográficas com o objetivo de celebrar a cultura brasileira.
A balada começa as 23h.
Vai ter o samba-rock da banda Bacalhau Samba Rock Club e os clássicos de Jorge Ben, Trio Mocotó e João do Vale entre outros.
Em seguida rola show da banda Ponto Enredo. Eu não conheço o som dos caras. Não comentarei. Parece qe eles tocam músicas de artistas e grupos de expressão nacional como Pedro Luís e a Parede, Otto, Planet Hemp e Nação Zumbi. Mas tb tocam outros coisas como Mamelungos de Recife (PE), Feira Livre (RJ) e Eddie (PE). eu soh conheço o som do Eddie, mas... Ótima oportunidade para conhecer o som das outras bandas tb...
Por falar nisso o Roaming rock vai dar 2 entradas para essa Festa.
Os convites custam R$ 10 e podem ser adquiridos na Garagem Hermética que fica na avenida Jorge Casoni, 2.242.
Se vc for afim de concorrer a umas das entradas. Deixe seu nome nos comentários. Basta pedir a entrada e deixar o nome + contato. Sem frescuras. ateh sabadão sai entrevista com uma das organizadoras e quase lenda viva da cidade. Jessica Rezende...
Caralio eu ja ia ficar aki viajando. 2 da matina. Fazendo trampo da facul e escrevendo aki pro Roaming rock. Sabendo qe amanhã cedo tenho qe tar de pé pra ir me alienar no meu magnifico trampo de vendedor de internet banda larga. Disfarce nº 1!
E eu ainda qeria falar qe o brazilian cajuns gravou cenas do seu 1º clip, ontem (anteontem pra qem segue a lei do relógio) mas naumvai rolar. Segue a entrevista com o Dizzaster e ateh sabadão eu posto + pra vcs...
Já se passaram alguns anos desde que eu vi a banda num show que vcs fizeram abrindo para o Thunderbird e Devotos de NS, no mesmo valeco de hj. O que mudou desde aquele show? Aproveitando o embalo nos conte como surgiu o nome Dizzaster e o que mais influenciou a formação da banda?
Desde o show com o Thunderbird até agora a banda passou por algumas transformações, lançamos primeiro EP, participamos no ano passado da coletânea +Soma Amplifica #3, de São Paulo-SP e mudamos de baterista, o Kiko saiu e entrou o Léo Cacione. Estamos compondo material para gravar um disco cheio esse ano, com planos de lançar até o próximo semestre.
A sonoridade da banda mudou um pouco com a entrada do Léo, está mais rock´n´roll e redonda, com uma pegada intensa, peso e com mais melodia, quem for nos próximos shows vai se surpreender.
O nome Dizzaster surgiu de um livro em que eu estava trabalhando como preparador de textos, chamado mordidas Sonoras, do Alex Kapranos, líder do Franz Ferdinand. O livro era um compilação de textos que ele escreveu para o jornal britânico The Guardian durante uma turnê de mais de 2 anos da banda, contando as experiências gustativas e pratos que ele experimentou em suas viagens pelo mundo. O nome de um dos pratos que ele experimentou era “rolinhos dizzaster”, se não me engano era comida italiana. Estávamos à procura de um nome e eu sugeri Dizzaster, a galera gostou e acabou ficando. E o mais louco é que tem tudo a ver com o som da banda e com a época atual.
Eu sempre encontrava o Bays na balada e conversava com ele sobre montarmos uma banda, ele tinha saído da banda dele e eu também tinha acabado de sair de duas bandas que eu tocava e estava na pilha de voltar a tocar logo. Daí ele conheceu o Kiko e formamos a banda em 2007, depois de três anos o Kiko saiu e o Léo assumiu as baquetas.
Quais as influências e processos na composição da banda? Conte-nos sobre a experiência coletiva mais legal do grupo.
Cada um traz uma influência diferente, eu gosto bastante de rock antigo, anos 50 a 70, proto-punk, da cena punk e pós-punk brasileira dos anos 80, das bandas do cenário punk/indie/garage/grunge americano dos 80-90, algumas bandas de metal no estilo Sepultura, Motörhead e Pantera e bandas mais recentes, tanto gringas quanto brasileiras, tá aparecendo bastante banda boa no cenário independente nacional atual. Gosto bastante de funk americano, de soul music também e de power trios como Jimi Hendrix Experience, Dinosaur Jr., Minutemen, Meat Puppets, Nirvana, Primus, Hüsker Dü, esse é o formato do Dizzaster.
O Bays (baixista) tem uma pegada mais punk rock e curte bastante rock em geral e indie. Eu e ele compartilhamos o gosto por bandas como MC5, Iggy Pop & The Stooges, Jane´s Addiction, Queens of the Stone Age, Bad Brains, Grand Funk, Nirvana, Dinosaur jr, Melvins, Pixies, Sonic Youth, Nine Inch Nails, Trans Am, só pra citar algumas.
O Léo (baterista) traz influências do jazz, rock, hardcore e ska com uma pegada mais clássica de bateria, mas também com peso. Além disso, cada um de nós tem influências das bandas pelas quais já passamos: Espíritos Zombeteiros, Vermes do Limbo, Picaretas e Mudcracks.
Pra compor, na maioria das vezes eu e o Bays trazemos idéias de músicas um ao outro, compomos um esqueleto da música e daí entramos em estúdio pra ensaiar e fechar as idéias com a bateria, daí inserimos alguma coisa aqui e tiramos outra coisa ali e a música vai tomando forma. Às vezes eu ou ele trazemos uma idéia já semi-pronta e vamos lapidando. Nos ensaios em estúdio eu desenvolvo uma idéia pro vocal e a partir daí vou compondo as letras das músicas. Algumas idéias de músicas surgem em estúdio também, a partir de jams.
A experiência mais legal como banda foi o show que fizemos Agosto do ano passado no Espaço +Soma,em São Paulo. Tocamos junto com a minha outra banda, Espíritos Zombeteiros, o espaço estava cheio e foi a estréia do Léo na bateria, foi muito foda o show, com direito a guitarra jogada no chão, a galera curtiu muito o show. Muitos amigos que eram de Londrina foram ao show e gostaram bastante da banda, estava um clima muito bom. Uma das maiores conquistas pra nós como banda foi termos sido convidados pra participar da coletânea +Soma Amplifica #3, no ano passado.
Quais as dificuldades que vocês encontram para se manter na cena independente de Londrina?
Tocamos bastante em Londrina até o começo do ano passado e agora estamos começando a tocar mais fora e a intenção é fazer shows por aqui mais esporadicamente e fazer a banda circular por outras cidades e estados. Em Londrina é muito difícil conseguir reconhecimento e público, o meio roqueiro da cidade é fechado e polarizado em grupos e isso acaba enfraquecendo a cena. De uns tempos pra cá o público do rock em Londrina parece ter diminuído bastante e só aparece em festivais como o Demo Sul ou quando rola show de alguma banda de destaque vinda de fora. O produto londrinense ainda é pouco valorizado e há pouquíssimas bandas e produtores fazendo algo relevante atualmente pela cena roqueira da cidade. É impossível uma banda se manter fazendo rock em Londrina, mas essa também é uma realidade do rock no Brasil, ninguém vive ou se mantém só de rock, infelizmente.
O Dizzaster enfrenta uma certa rejeição em Londrina e fora daqui o nosso som é bem mais compreendido e apreciado por quem ouviu a banda ou viu os shows. Isso é muito estranho, deveria ser o contrário, mas os tempos são outros e a realidade do rock autoral em Londrina é bem diferente de uns 7, 8 anos atrás, quando havia uma cena forte de bandas.
O nome da banda já começa a repercurtir fora da cidade, em capitais importantes. Tem gringo amigo do blog pedindo mais músicas do Dizzaster. Como está o atual cenário de shows da banda, as expectativas, vcs estão mandando material pra festivais da gringa tb?
Obs: "O roaming rock apóia o Dizzaster no SXSW 2012!"
Bom saber que há pessoas pedindo pela banda, ficamos gratos! Por enquanto estamos compondo material novo e focando em ensaios pra gravação do nosso disco, provavelmente entraremos em estúdio até o meio do ano, já tem músicas muito boas saindo. Ano passado tocamos duas vezes em São Paulo-SP e também em Bragança Paulista-SP e foi demais, a recepção foi muito boa e a intenção é conseguir tocar mais em São Paulo-SP e interior paulista e em cidades de outros estados também, como Goiânia-GO, Uberlândia-MG, entre muitas outras, o Brasil é grande e estamos buscando uma inserção maior no cenário independente nacional.
O SXSW seria um sonho realizado, nunca nos inscrevemos em festivais gringos, fica como sugestão, já que essa também é uma meta que buscamos atingir um dia. Aliás, muito obrigado pelo apoio ao Dizzaster no SXSW 2012, quem sabe esse sonho não se realiza no ano que vem, se o mundo não acabar antes... eheheh, vamos nos inscrever com certeza!
O que o rock trouxe para a vida de cada um de vocês, o que ele ensina para vocês?
O rock traz o maior desafio de todos, o desafio diário, a conquista de espaço, reconhecimento e do gosto e admiração das pessoas fazendo arte. Rock é identidade, personalidade, vontade, persistência, amor, suor e gozo, a sensação de estar no palco é indescritível. O rock é como a vida, a superação constante de barreiras, entre perdas e ganhos o fato de estar fazendo rock é uma vitória. Se um dia conseguirmos fazer a banda circular mais, ser mais conhecida e reconhecida dentro do cenário, estaremos felizes.
Quais os planos para o futuro?
Gravar e lançar um ótimo disco até o segundo semestre de 2011 e retornar aos palcos com força total antes do meio do ano, com um show novo. Aguardem, surpresas interessantes virão.
Que dicas fundamentais vocês dão a bandas que ainda não alcançaram um espaço na cena? Um toque para os donos de bares e afins... E tb uma convocação a todos aqueles que curtem rock mas ainda estão presos a mesmice do circuito cover londrinense.
Tem que gostar muito do que faz, amar mesmo e respeitar a música e as pessoas. E produzir sem parar, mas sem aquela coisa mala de se levar a sério demais, que é o que mais tem em Londrina. Falta humildade pros músicos na cidade, não só do rock, rola muita competição nociva quando deveria haver mais reconhecimento mútuo pelas qualidades de cada um.
Buscar novos horizontes fora de Londrina é muito importante, que é onde se conquista espaço e reconhecimento, não adianta ficar dando murro em ponta de faca por aqui. E também não adianta manter aquela pretensão de “fazer sucesso e aparecer na tv”, o negócio é ser persistente, fazer o corre e compor músicas boas, que é o mais difícil, daí as coisas vêm.
Entre os donos de bares, quem realmente valoriza o cenário autoral local é o Chammé, do Bar Valentino, o restante está muito preso ao imediatismo comercial da reprodução do cover e especiais, o que não contribui em nada para a formação e consolidação de um cenário do rock autoral. Infelizmente ainda rola muita brodagem, o público e os músicos estão acomodados e mal acostumados com bandas tocando repertórios inteiros de outras bandas já famosas, se conformaram com as mesmas bandas e já estão curtindo mais as bandas cover do que as autorais. O papel dos donos de bares é fundamental na formação de público de rock autoral, mas a realidade em Londrina hoje é totalmente o contrário, salvo raríssimas exceções.
Essa é uma mentalidade provinciana que está sendo reproduzida pelo público que, por sua vez, deveria prestigiar os shows das bandas autorais locais e de fora que têm se apresentado na cidade. Ultimamente, até o público dos shows de bandas de fora que vêm se apresentar em Londrina tem diminuído, todo mundo reclama que Londrina não tem nada e quando aparece um show legal muita gente não sai de casa ou prefere ir no show das bandas cover, ou então reclama que o som da banda não é legal sem nem conhecer, coisas assim. Falta abertura do público para aceitar o que é novo e o cenário só vai sair da mesmice e crescer quando os donos de bares, produtores, bandas e o público se mexerem para mudar essa situação.
E ae meo, vc tah ligado no Record Store Day, não? Então procura no google.
Pra quem sabe o que eh, uma ótima noticia!
Nirvana e Sonic Youth soltam em 16 de abril uma reedição out-of-print de EPs em vinil de uma turnê que rolou em 1992. Eu tinha 11 anos e jah era fã dos caras ;)
O EP Hormoaning do Nirvana foi originalmente disponíbilizado para australianos e japoneses, na turnê da banda em 1992.
O disco apresenta faixas que foram posteriormente incluídas na compilação "Incesticide".
Jah Whore's Moaning do Sonic Youth que eh da mesma turnê, apresenta uma radio edit da clássica "Sugar Kane", juntamente com instrumentais e covers de responsa. Ambas as reedições serão limitadas a 4.000 cópias.
Acho que deveria rolar uma união do mundo indie londrinense para uma versão local do Record Store Day na saudosa GARAGELAND. Eu sei que a loja fechou, mas...
Sei que o Cibié quer...
PS: Amanhã tem Tênis Sujo e um Scarpin no programa do Camargo, acho que chama tempo quente o programa. O pessoal da as caras no programa mais sanguinolento da tv paranaense para falar do roubo dos intrumentos na frente do novo Pé na Cova, o paiol...
No último final de semana de janeiro, a praia de Atlântida, no balneário de Xangri-lá, litoral norte do Rio Grande de Sul, foi palco de um novo festival no calendário. Conhecida na Região Sul graças ao Planeta Atlântida, festival de música pop que acontece desde 1996 e tem um versão catarinense. A praia de Atlântida abrigou no final da tarde de sábado (29) até o início da madrugada de domingo (30) o MECA Festival 2011 com dois expoentes do indie rock internacional, Vampire Weekend e Two Door Cinema Club.
O sábado teve sol entre nuvens e uma noite de poucas, estrelas, o Vampire Weekend e o trio irlandês do Two Door Cinema Club fizeram a felicidade do público. O estacionamento do club Jimbaran, onde ocorreu o evento, não lotou o que facilitou a chegada até as proximidades do palco, segundo relatos de amigos presentes no festival. Eles gostaram do show do Vampire Weekend e, especialmente, do Two Door Cinema Club, "tranquilamente o show da noite", disse um leitor do roaming rock.
A banda de abertura do palco principal, o Indie Stage, a Wannabe Jalva, se deparou com ouvintes ainda tímidos, que mesmo diante das guitarras nervosas da banda gaúcha assistiram grande parte do show sentados no gramado em frente ao palco. Em seguida foi a vez dos curitibanos da Rosie And Me, banda que conseguiu fazer o público levantar do chão e, ainda que discretamente, dançar.
Segundo uma leitora catarinense que estava la o festival começou de verdade quando a Copacabana Club subiu ao palco. Todo mundo, além de dançar, cantou em coro grande parte das músicas do grupo.
Segundo ela quando os irlandeses do Two Door Cinema Club subiram ao placo pera seu show de pouco mais de uma hora. Os fãs endoidaram e não apenas cantaram as músicas da banda, como também gritaram e dançaram todas as músicas. O Vampire Weekend, entrou no palco com suas batidas que misturam afro pop e indie rock pouco antes Pouco antes do sábado virar domingo. O repertório e o show foram curto e certamente deixou muita gente querendo mais da banda e do festival como um todo.
Passada as atrações principais do festival, que com certeza não atingiu sua meta de público, foi a vez do The Twelves, (RJ), e do Lúcio Ribeiro encerrarem o festival com alto e bom som.
O Jogo/Filme da Rovio
Em abril a 20th Century Fox lança nos cinemas "Rio", a história de uma ararinha azul vítima de traficantes de animais. Animação de primeira qualidade, assinada pelos mesmo responsáveis por Era do Gelo e estrelado Jesse Eisenberg, Anne Hathaway e George Lopez.
Billy West, ator dono da voz que interpretou o estúpido felino Stimpson J. Cat no cult The Ren & Stimpy Show.
Revelou esta semana à um podcast gringo que o vocalista do Nirvana, Kurt Cobain ainda jovem, caminhou pelos escritórios da Spumco, a empresa por trás do show, e ofereceu uma faixa. Ele teria apresentado uma música para ser usada no desenho animado The Ren & Stimpy Show.
Infelizmente, os executivos se mostram menos impressionados com o trabalho do futuro ícone a faixa foi indeferida.
No podcast para Nerdist.com, West disse: "Um dia, o garoto entrou e disse que queria escrever uma canção para Ren & Stimpy ... e era Kurt Cobain.
"Eles (os chefes de TV) disseram: 'Sim, isso é ótimo', e eles jogaram no lixo."
Daki a poko tem a pt 2 com novidades sobre o foo figthers e o fim do White Stripes...
Soh vou explicar este post dpois, talvez amanha ow no domingão... mas por enquanto fica com este aperitivo, pois este post ainda vai voltar mto bem recheado. Aguarde!
entaum vamos qe vamos....
4ª-feira, 8 de Abril de 1994, Kurt Cobain foi descoberto em sua mansão fora de Seattle, WA. O fim da banda Nirvana. Relatório do legista, suicidio. 3 dias antes. Como homenagem ao aniversário, nós estamos publicando esta Galeria das nossas imagens de Cobain , as favoritas do arquivo roaming rock.
Father-Daughter Bond
Esta foto, de 1995, captura a vida íntima do artista com sua filha recém-nascida, Francis Bean.
Foto cortesia de Courtney Love.
No começo...
Cobain com o gato da então namorada Tracy Marander em 1989, em sua casa de Olímpia, WA.
Mark, Kurt and Dylan
Cobain de vestido com Mark Lanegan, líder dos Screaming Trees e hj no qotsa (canto inferior esquerdo) e o amigo de longa data Dylan Carlson, da banda Earth.
Foto cortesia de Courtney Love.
Família de real do grunge
Em 92, o Nirvana foi aclamado como banda do ano. Nevermind tinha vendido milhões e chutado Michael Jackson do topo das paradas, "Teen Spirit" tornou-se hit do ano e o "grunge" virou o mundo da música de cabeça para baixo. Sem mudar nd, só com atitude!
foto do amigo Guzman
Non-Heart-Shaped Box
Cobain em busca dos benefícios terapêuticos da caixa de Orgônio de William S. Burroughs durante uma visita a casa de KS Lawrence, escritor Beat, em 1993.
Foto cortesia de Courtney Love
Uma alma jovem
Esta pic – que mostra Cobain, em 1988, em seu apartamento em Olympia, Washington.
Foto cortesia de Tracy Marander
"In Bloom"
Esta foto, mostra um Cobain de 15 anos de idade, mto antes de pensar sua morte... -Ela apareceu em minha casa no ano de 2001.
Foto cortesia de Courtney Love.
Cobain Daddy
Esta foto da coleção pessoal de Courtney Love mostra Cobain na cama com a filha Frances Bean. Cortesia de Courtney Love
R.I.P. Kurt Cobain
Como Chris Norris disse:
Cobain "ainda assombra-nos como nenhuma outra estrela do rock."
Malcolm McLaren
o homem que - se sua própria publicidade outlandish é para ser acreditada - criador do punk como uma força cultural, durante seu mandato como empresário/gerente do Sex Pistols morreu com a idade 64 . O punk tinha sido diagnosticado com um câncer que finalmente levou sua vida em 8 de Abril de 2010, na Suíça. Numa 5ª feira
Nascido em Stoke Newington no Norte de Londres, em 22 de Janeiro de 1946, McLaren aproveitou uma educação de classe média. Escola de arte nos anos 60 e eventualmente uma vida na moda e música dos anos 70.
Influenciado por teddy boy e a cultura retrô do rock'n'roll norte americano - mais notavelmente Gene Vincent e Elvis Presley- Ele e sua parceira Vivienne Westwood abriram o Let It Rock, uma loja na King's Road, em 1971. Um ano mais tarde foi para Nova Iorque armar um estoque para sua loja quando encontrou o New York Dolls e, intrigado pela sua aesthetic trashy, ele começou a empresariá-los.
Ao renomear sua loja para Too Fast To Live, To Young To Die, McLaren foi claramente influenciado pela atitude niilista dos Dolls, mas ambas as partes seguiram seus caminhos separados depois de três anos. Sua loja cresceu mais e, agora, chamava-se SEX tornou-se o epicentro para aquilo que se tornaria a cena punk da inglaterra, que foi centrada em torno de outra banda, por ele empresariada. Essa banda, o Sex Pistols.
Pós-Pistols, McLaren conseguiu o Bow Wow Wow, banda lideradada pela adolescente Annabella Lwin antes de lançar sua própria carreira musical qe foi da Ópera (Madame Butterfly) ao hip hop (Buffalo Gals) eo Franco-pop (Paris Paris) ao longo de seu caminho.
McLaren contribuíu imensamente para ressonância cultural do punk e viverá no post-mortem como um homem que aproveitou nada mais do que sua auto-Mitologia.
Mos Def, George Clinton & Devendra Banhart
para encabeçar um novo palco no Glasto deste ano.
O "the West Holts Stage" será realizado no mesmo local do "the Jazz World Stage", que ela está substituindo, e como ja falamos por aki e segundo o organizador Michael Eavis vem dizendo, sobre esta nova fase do festival. 40 anos em 2010. O nome tem muito a ver com a história da criação do local.
"Vamos voltar para as raízes reais da Worthy Farm e sua história com a mudança de nome do palco," disse Eavis. West Holts originalmente uma 'parada'; foium dos dois locais onde abriam os portões atravessando os trilhos de uma velha ferrovia para obter ordenha dos bovinos .
"Foi um passeio real e justo até à fazenda, tal como é agora, e com algumas vacas pelo caminho!"
Entretanto, quem quiser ver a apresentação dos nossos "mutantes" (isto mesmo a versão sergio Dias dos mutantes vão tocar no glasto 10)terão que correr pois um número limitado de bilhetes de revenda de Glastonbury foram colocados à venda em 11 de Abril, oferecendo uma oportunidade final para comprar bilhetes para a gde festa da chapação inglesa deste ano , o festival vai de 23 a 27 de junho.
Yes, nós finalmente podemos revelar o line up 2010 do Festival de Glastonbury. "Este é ele!", diz Michael Eavis. "O line up mais espantosa para corresponder a reputação de 40 anos do Festival".
Meus ossos literalmente tremem quando ouço Dating Robots. Me dá vontade de pegar a guitarra e tocar de todas as maneiras. Até enfia-la no cubo. Cada ensaio como uma imagem em câmera lenta. O sobe e desce do público. Um show ao lado dos robots. Sua pláteia e a inesquecível felicidade de se viver a juventude plenamente. Uma foto em preto e branco. Clássica no rock. Ouvir a cover de "far gone and out", me faz pensar qe os irmãos Reid ainda irão elogiar públicamente this Dating couple. Principalmente a hipnotizadora Mariana com seu vocal e versão original para aqela canção por eles criada. No auge da loucura de uma vida esquisita, surge uma banda para se fazer acreditar novamente que a vida vale a pena. E neste momento exato. Começamos um novo texto. Um verdadeiro marco inicial em mais um ponto de virada da história cultural humana. No último tivemos o nirvana. 001 passou em branco...muitos celebraram uma espécie de nova versão nos audios de strokes, kaiser chiefs, Kings of leon ou Artic monkeys. Mas tudo sempre soou apenas como uma releitura pop barata. 2009 não passou em branco. Apenas não foi ouvido com atenção. Esqueceram as indicações piratas!!! Surgiu ano passado algumas das melhores bandas que este planeta ja viu!!!!!!!!! E os qe agora torcerem o nariz, + tarde darão o braço a torcer... Pare!Pense!não dance! Agora é diferente. A história agora é escrita, propagada e sentida por nós mesmos. Estamos em todos os lugares agora. Touch Screen. Percebem?... Um enter, e somos cidadãos do mundo. Agora é hora de unir-se pra fazer história de verdade. Vem tudo de dentro de mim e você e todo o mundo. Uma união coletiva. Aki convido-os a participar de um novo momento histórico. Todos vocês: revistas de rock e pop como Dynamite e rolling stone...Os blogs popload, overmundo, pop up!, conteúdo explícito, roaming rock... a MTV e os fan-zines os famosos jornalistas Lucio Ribeiro, Thiago Ney, Arthur... Rádios. O convalescente Bortoloto e os cartunistas de outrora. Eh hora de usar seus bônus pra telefone fixo e lotar as linhas das radios com pedidos de músicas como Before the Stooges ou qualquer clássico do The Name, o filho brasileiro do Gang of 4. Espero poder proporcionar a oportunidade única do público brasileiro presenciar um festival nos moldes, melhorados, europeus. Qe tenha Gang of 4, The name, Dating Robots, Sonic Youth, Iggy, Blush, Brazillian Cajuns Southern Rebels e mais 100 bandas. Aposto uma caixa de cerveja como rola fácil no brasil festivais com 100 bandas em média, no modelo europeu...varios palcos, fds, camping, ingresso acessível. Um pedido especial para um cara que realmente faz história no jornalismo rock, mas que anda meio esqecido do qe eh ser um jovem num festival de verão como glasto ou reading ou o novo Coachella...este blog ainda eh muito novo e naum tem muitas visitas, mas acredito que consigo fazer esse texto chegar até ele...
UM PEDIDO PARA LÚCIO RIBEIRO!!!
Seria possível o maior e mais influente divulgador da novo rock e da nova cena fazer um enquete hipotética em seu blog, o nosso ainda não possui milhares de visitas por isso naum rola fazer a pesquisa aqi, com o publico apenas dizendo se iria ou não e quanto toparia gastar no fds...mas quem quiser dar sua opinião aqui no blog, pode ficar avontade, qto mais gente debatendo a idéia, melhor!!! Eis a proposta:
Pop Load Gig Festival 3 dias num local escolhido pelo criador (lúcio ribeiro), com espaço para camping e público diário de 150 mil personas
-Digamos, hipoteticamente, qe o festival PopLoad Gig com suas 105 atrações (nº ficticio!...o nº de atrações será definido pelo criador e curador do festival, Lúcio Ribeiro!) tenha um passaporte para os 3 dias com camping grátis no festival por R$ 100,00. Serão 3 dias e + de 100 bandas e talvez 100 mil pessoas acampando num lugar do caralho!!!!
-Aproximadamente 10 Palcos e media de 35-40 shows por dia. E no palco principal atrações de fazerem inveja ao line up gringo.
-Proponho qe o jornalista realize uma votação seguindo o modelo previsto levando em conta a capacidade de público e o quanto se gastaria para fazer um versão brasileira do glasto or reading or... Suponho que, mesmo com o mais do mesmo, palcos podem ter Hot Chip e Subburbia ou El Mato Um Policia Armado e Wry como supporters de luxo em festivais qe nos fariam esqecer qe ainda dependemos de um Rock in Rio qe se perde na europa desprezando o público que lhe deu fama... Uma pausa breve para lembrar que não citarei os Rock Rockets, tão pouco o fato de eles terem inspirado Joey a escrever "somebody puty something in my drink", Não oborrecerei a vc's,com o famoso, quem pos o que?...na bebida daquele ramone.
Faço esta proposta pois acredito que até 2011 podemos criar no brasil um verdadeiro circuito de grande festivais qe nos proporcione memórias incríveis. E quando olharmos para trás e percebermos qe esta década foi realmente do Brasil. Nos daremos conta frente à nossa idade qe participamos de um momento único na história. E teremos para sempre os acordes e riffs dos Dating Robots e seus filhos ou talvez a nova onda a ser criada pelo The Name. O suspiro renovador da humanidade ecoando numa mudança diferente. Agora eh a hora do aperfeiçoamento tropical. Desmentindo todos os mitos e lendas. Seremos o futuro agora! Uma caipirinha na cabeça, uma Brahma na mão e a vontade de sentir o verão na pele. Com os Dating Robots "in my bones", perdido em festivais de dar inveja a qualquer pais rocker!!!
Saiu na Spin Magazine!!! 'Lost': The 12 Best Musical Moments Ever!
A última temporada começou, mas ainda vai rolar muito tiro! A fumaça negra estara lá. E talvez antes mesmo qe todos eles possam ficar definitivamente perdidos no espaço tempo... Tem uma bomba nuclear nesta história. Mas através de todas as pistas sobre a ilha misteriosa, tem havido uma trilha sonora. E, como tudo em Lost, muitas vezes há um profundo significado para a música. SPIN's Peter Gaston, um desses gringos fanaticos por Lost, rsrsrs, escreveu este posto ao qual descidi dar uma tradução mais alternativa.
Drive Shaft, "You All Everybody" 1ª Temporada, episódio 7
Flashback: Os roteiristas de Lost trouxeram varias inovações às séries de tv. A banda fictícia cujo baixista, Charlie Pace, terminou na Ilha depois do acidente do Vôo 815, não é uma delas. Eles destacam Charlie e seu irmão Liam. Oasis, ninguém? Neste flashback, vemos o Drive Shaft invadirem as telas através de seu hit único, "U alllll everybody!!!"
Damien Rice, "Delicate" 1ª Temporada, episódio 17
Flashback: Na inesquecível 1ª temporada, qe basicamente fez as vezes de originalsound track da série foi o discman do "Hurley". O DJ Hugo "Hurley" Reyes, nos apresenta a trilha para o clip de encerramento do episódio. Com cenas dos casais recém-formados, Shannon & Sayid, Claire & Charlie e imagens marketeiras de um fantastico balneáreo. Sem esquecer a japa Sun qe desfilava seu corpitcho oriental em público pela 1ªx e o "Filho de uma puta," do Hurley quando corta o som eo barato, por falta de pilha!
Mama Cass Elliot, "Make Your Own Kind of Music" 2ª Temporada, episódios 1 & 2
Flashback: Os produtores de Lost criaram diversos clips com músicas conhecidas para começos e encerramentos das temporadas. Muitos destes clips, protagonizados pelos personagens do show, levam a audiência para algum lugar pela primeira vez. Esta é a primeira dessas ocorrências. Depois de alguns personagens passarem vários episódios da temporada 1, investigando e escondendo um estranho "hatch" no chão do selva, a 2ª temporada abre com esse clip. Habitante do bunker--Desmond Hume--acorda, A agulha toca o disco e o chiado quebra o silêncio dos falantes. A falecida voz de Mama Cass Elliot. O desconhecido? personagem prossegue para corrigir o pequeno-almoço, work out e chuveiro. Uma explosão interrompe bruscamente o som e o seu dia. Pela primeira vez, Desmond!
Hurley Loves a Hold Steady 2ª Temporada, episódio 4
Flashback: Em um dos flashbacks de Hurley, encontramos ele em uma loja de discos com um camarada, procurando distraidamente através de cds, hilariamente, eles encontram um álbum do Drive Shaft na prateleira de cds encalhados. Hurley toma coragem e convida o amigo balconista a vir com ele ver a banda do Brooklyn.
Patsy Cline: Soundtrack de Kate Episódios em todas as temporadas
Flashback: Kate Austen é a figura erótica nos sonhos masculinos do show. Uma personagem enigmatica, cujo charme na ilha nos deixa mais excitados quando nos eh contada a história off-Ilha, Além de sexy a sobrevivente do vôo 815, era uma condenada escoltada por um Marshall, de volta aos Estados Unidos sob a acusação de assassinato! Em toda a série, Kate da uma chekada no passado, apoiada por trilha da lenda Patsy Cline. Uma opção de explicação, considerando Cline: Kate, seria uma mulher à procura de seu próprio nicho em um universo dominado pelos homens.
Bonus Track: "Leavin'on Your Mind," "Walkin'After Midnight," "She Got You," e "Three Cigarettes (In an Ashtray)" são as 4 cançoes de Patsy Cline usadas em Lost.
Petula Clark, "Downtown" 3ª Temporada, episódio 1
Como no episódio que nos apresentou o fabuloso Desmond, a 3ª temporada começa com o sucesso nº1 nas paradas britânicas de 1965. Petula Clark nos introduz a uma temporada que está prestes a apresentar personagens e locais nunca antes vistos pelos telespectadores. Neste caso, temos nossa primeira idéia de "Otherville", a pequena comunidade da ilha habitada pelos "vilões", Os outros. Mas principalmente nos eh apresentada Juliet Burke, que se torna um personagem principal nas temporadas 3-5. Numa das melhores cenas de abertura de temporada ja feita na história da TV. Aki, Os outros observam em tempo real o acidente com Oceanic 815.
Oasis, "Wonderwall" (por Charlie Pace) 3ª Temporada, episódio 8
Flashback: Em um dos mais exclusivos flashbacks de Lost, Desmond é lançado de volta no tempo para o meio da década de 90 após um "incidente" electromagnético atingir a ilha. Lá, ele encontra Charlie na rua, tocando "Wonderwall", do (por enquanto) extinto Oasis para levantar uma grana. Muito antes de ele se tornar uma estrela do pop rock.
Three Dog Night, "Shambala" 3ª Temporada, episódios 10 & 20
Flashback: Este método de utizar a música em prol da série pode ser o mais esperto em toda a história de Lost. No episódio 10, este Top 5 hit de 1973 é tocado pela banda Three Dog Night, enquanto um jovem Hurley e seu pai, o maconheiro Cheech Marin, tentam consertar um velho Camaro juntos. De volta à ilha, no final do mesmo episódio, Hurley comanda o reparo de uma Kombi antiga que ele acha na selva. Quando o motor dá sinal de vida, "Shambala" começa a ecoar no radio da Komboza!
Para a maioria de fans perdidos de Lost, Jack Shephard, é o chumbo macho central. É o líder incontestável dos sobreviventes. Mas uma série de flash-forwards e flashbacks que fecharam as temporadas 3 & 4. Jack é um dependente de analgésicos e álcool, com a maior barba largada e agilizando sob influência por Los Angeles em seu LandCruiser Toyota. Jack Chapado é conduzido pela trilha sonora original dos anos 90. Nirvana!
Bonus Track: Como uma porrada de adultos, Jack parece ter parado nos sons da época da facul de medicina. Enquanto ele curte "Scentless Apprentice" do Nirvana" (lançado em 1993) e Pixies "Gouge Away" (1989), ele afirma nunca ter ouvido da banda do Charlie Pace, Drive Shaft. .
Flashback: Outra temporada estréia, outra intro musical com artista famoso, outro novo rosto e nova localidade revelada. Aqui, reunimos Pierre Chang, que parece ser o cientista cabeça da iniciativa Dharma. 70s -na Ilha- ele acorda, lança na faixa título do álbum, de 1973, do rebelde Willie Nelson para ninar seu recém nascido filho, depois revelado como sendo Miles Straume, outro personagem no show de Lost.
Flashback: E você pensou que o Drive shaft, foi a única banda falsa em Lost! Esta banda, fictícia, hippie, primeiro é mencionada na Season 2, quando Charlie localiza um dos seus álbuns na coleção de discos dentro do banker. As referências aparecem repetidamente através de cada temporada subseqüente até a 5ª temporada, quando finalmente ouvimos a música de Geronimo Jackson, "Lady Dharma," proveniente da kombi de Jin quando ele descobre Jack, Kate e Hurley após o seu regresso à ilha. Há provas, mesmo em um cartazes colocados em barracas da Dharma, que a banda tocou em uma gig na Ilha! E vc pode encontrar estas músicas no Ares. Faça um bem para a humanidade Pirateie!!!!
Kate Loves New Kids on the Block! 5ª Temporada, episódio 16
Flashback: Kate Austen é uma garota bad, e começou muito jovem. No final da temporada em questão, vemos uma jovem Kate tentando surrupiar uma lancheira do New Kids On The Block em loja de conveniência em Ames, Iowa. Mas ela é surpreendida pelo proprietário do loja! Apenas quando ela prestes a se meter em grandes problemas, um estranho, que os Losties conhecem como a divindade da ilha Jacob, ofere-se para pagar pela lancheira deixando livre a jovem outsider. Naturalmente, na loja tocava uma canção de Patsy Cline e eu não irei postar uma música do NKOTB. Eles são figura presente na minha infância, e apesar de me ajudar em muitas sacanagens com minhas coleguinhas de classe, eu nunca gostei do som e não postarei neste espaço Step by Styep ou qualquer outro hitzinho...
Amanha tem... tour do The name pelo Sul, + videos de músicas alternativas, notas de revistas gringas @importantes" e post da Mah Bittenkurt...See ya!!!